Da Magia à Sedução 2 divide críticos antes da estreia

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Primeiras impressões da sequência destacam a química entre Sandra Bullock e Nicole Kidman, mas criticam a duração e o ritmo irregular.

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As primeiras impressões de Da Magia à Sedução 2: Feitiço de Amor dividiram os críticos antes da estreia nos cinemas nacionais, marcada para 10 de setembro. A sequência foi elogiada pelo retorno de Sandra Bullock e Nicole Kidman, mas recebeu críticas por sua duração de 130 minutos, pelo ritmo irregular e pelo excesso de histórias paralelas.

Uma das avaliações mais negativas veio de Marc Zammit, que classificou o filme como “horrível” e reclamou da existência de cinco narrativas acontecendo ao mesmo tempo. Para ele, a produção apresenta pouca magia e transmite a sensação de elementos misturados sem unidade.

Simon Thompson também apontou problemas no andamento da trama. Na avaliação dele, Da Magia à Sedução 2 é uma sequência morna, longa demais e incapaz de recuperar o encanto lúdico do filme original. O crítico ainda considerou o terceiro ato desajeitado e descreveu o resultado como uma oportunidade desperdiçada.

A química entre Bullock e Kidman aparece como um dos pontos mais elogiados. Courtney Howard afirmou que a dupla sustenta o filme, embora tenha considerado a produção cerca de 30 minutos mais longa do que deveria. Ela também criticou a pouca exploração da relação entre as filhas, a trilha sonora e a necessidade de o público fazer um esforço extra para encontrar uma ressonância temática.

As novas adições ao elenco receberam uma recepção mais calorosa. Tom Chatalbash destacou Joey King, Maisie Williams e Lee Pace, com atenção especial ao charme do último. Para ele, a expansão da mitologia da família Owens cria uma aventura divertida, aconchegante e com mistério sobrenatural, capaz de agradar aos fãs do longa original.

Ainda assim, o mesmo crítico reconheceu que alguns personagens ficam em segundo plano e que a sequência se estende além do necessário. Outra avaliação resumiu o filme como uma obra de altos e baixos: Bullock e Kidman continuam bem, mas a mitologia apresenta elementos sem sentido e, para esse crítico, há pouco de mágico na produção.

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