The Studio
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The Studio

The Studio é uma série de comédia americana criada por Seth Rogen, Evan Goldberg, Peter Huyck, Alex Gregory e Frida Perez para a Apple TV+. Rogen interpreta Matt Remick, o recém-nomeado diretor da Continental Studios. Ambientada no meio da indústria

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The Studio é uma série de comédia televisiva criada por Seth Rogen e Evan Goldberg para a Apple TV+. Estreou em 26 de março de 2025 e acompanha Matt Remick, o recém-nomeado diretor da Continental Studios, uma importante empresa fictícia de cinema de Hollywood. Remick é um produtor que recebe a promoção depois que sua antecessora, Patty Leigh, deixa o cargo. Sua empolgação entra em choque com as pressões do estúdio: os executivos querem franquias confiáveis, enquanto os cineastas pedem liberdade, e Remick tenta proteger os filmes que considera importantes. A série usa o ambiente de trabalho de Remick para satirizar a tomada de decisões dos estúdios, em vez de tratar a produção cinematográfica como algo glamouroso. As reuniões se transformam em batalhas sobre orçamentos, escalação de elenco, estratégias de lançamento e imagem corporativa. Suas piadas dependem das ansiedades de Hollywood, incluindo a retração do mercado cinematográfico e as plataformas de streaming. Rogen estrela como Remick e também dirige vários episódios, estendendo uma colaboração com Goldberg que inclui Superbad, Pineapple Express, This Is the End e Sausage Party. A série marca o retorno dos dois à comédia televisiva depois de projetos como Preacher e Future Man. O elenco inclui Catherine O'Hara como Patty, Kathryn Hahn como uma produtora veterana, Ike Barinholtz como um executivo do estúdio e Chase Sui Wonders como assistente de Remick. Bryan Cranston aparece como Griffin Mill, um executivo poderoso cuja autoridade complica o papel de Remick. Uma característica formal marcante é o uso frequente de planos-sequência, incluindo uma tomada inicial que, segundo relatos, percorre o estúdio enquanto Remick resolve problemas em rápida sucessão. A técnica torna visível a confusão logística e mantém a pressão sobre o personagem. Os episódios constroem histórias em torno de determinadas produções e convidados, permitindo que a empresa fictícia interaja com figuras reais de Hollywood. As aparições não são meramente decorativas: elas transformam as negociações sobre filmes em testes cômicos de ego, gosto, status e medo do fracasso. O conflito central da série, portanto, não é simplesmente saber se Remick conseguirá fazer filmes bem-sucedidos. A série questiona se uma pessoa dentro de uma grande corporação pode preservar suas convicções artísticas quando cada decisão acarreta consequências financeiras imediatas e um escrutínio público implacável por parte do público. A Apple renovou The Studio para uma segunda temporada antes que a primeira terminasse de ser exibida, refletindo a forte recepção inicial. O formato compacto da primeira temporada, seu cenário específico da indústria e a ênfase em compromissos profissionais desconfortáveis a distinguem de uma comédia de escritório convencional. Ao colocar uma reconhecível máquina de produção de Hollywood no centro da narrativa, a série torna sua sátira específica. Remick é forçado a vender, programar e defender filmes enquanto confronta as pessoas e os sistemas que determinam o que chega hoje aos cinemas e aos serviços de streaming.

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