Jonathan Aris
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Jonathan Aris é um ator inglês reconhecido por interpretar o perito forense Philip Anderson na série de televisão da BBC Sherlock, ao lado de Benedict Cumberbatch e Martin Freeman.

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Jonathan Aris é um ator inglês, nascido em Londres em 24 de janeiro de 1971. Formou-se na Royal Academy of Dramatic Art e trabalhou em televisão, cinema e teatro. Sua carreira nas telas inclui tanto obras de época quanto dramas contemporâneos, mas seu papel mais reconhecível para muitos espectadores é o do perito forense Philip Anderson na série da BBC Sherlock.

Aris apareceu pela primeira vez como Anderson no episódio de estreia de Sherlock, de 2010, “A Study in Pink”. Anderson trabalha ao lado do inspetor-detetive Greg Lestrade em cenas de crime e frequentemente questiona os métodos de Sherlock Holmes. O antagonismo do personagem é especialmente associado às suas trocas com Sherlock e com a também policial Sally Donovan. Em “The Reichenbach Fall”, Anderson aceita as aparentes provas de que Sherlock é uma fraude. Quando Sherlock retorna na terceira temporada, Anderson passou a ser consumido por teorias sobre como ele sobreviveu à queda do telhado, organizando encontros nos quais explicações concorrentes são discutidas. Essa mudança dá a Aris material que vai do atrito processual à ansiedade, ao remorso e à obsessão cômica.

Fora de Sherlock, Aris interpretou Anastas Mikoyan na sátira política de 2017 de Armando Iannucci, The Death of Stalin. O filme imagina a caótica disputa da liderança soviética após a morte de Joseph Stalin, em 1953; Mikoyan é uma das figuras de alto escalão que participam das reuniões nas quais a liderança tenta administrar a sucessão. Aris integrou um elenco liderado por Steve Buscemi como Nikita Khrushchev, Simon Russell Beale como Lavrentiy Beria, Jeffrey Tambor como Georgy Malenkov e Jason Isaacs como Georgy Zhukov.

Em Rogue One: A Star Wars Story (2016), de Gareth Edwards, Aris interpretou o senador Jebel, membro do conselho da Aliança Rebelde em Yavin 4. Ele é visto durante o debate do conselho sobre a proposta de Jyn Erso de localizar seu pai, Galen Erso, cujo trabalho forçado para o Império está ligado à Estrela da Morte. A cena coloca Jebel entre os líderes relutantes em aprovar um ataque que poderia provocar uma guerra aberta.

Rogue One termina com Jyn e a equipe rebelde obtendo os planos técnicos que expõem a fraqueza da estação de batalha, informação posteriormente usada em Star Wars. Assim, o Jebel de Aris é uma parte pequena, mas específica, do argumento político do filme: a Aliança está dividida antes de a missão a Scarif criar uma oportunidade decisiva. Nessas produções, seus personagens creditados ocupam instituições — Scotland Yard, o Presidium soviético e o conselho rebelde —, enquanto as histórias mostram esses órgãos respondendo à incerteza, às evidências e a crises repentinas sob imediata atenção e pressão públicas e políticas.

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